Esta página não foi feita pra te convencer com argumentos. Foi feita pra você ver e sentir o que encontramos do outro lado — a estrutura, as crianças, o trabalho, a alegria. Tudo em vídeo, sem filtro.
Um dos países mais pobres do mundo. Um campo de refugiados com 54 mil pessoas. Vacina, comida, banho, segurança — as dúvidas são legítimas, e cada uma tem resposta concreta (várias estão aqui nesta página, em vídeo).
Mas o que define essa viagem não cabe em resposta de FAQ. É o que acontece dentro de você quando chega lá. Por isso, mais do que explicar, esta página convida: role e sinta.
A expedição acontece dentro do Ubuntu Nation Project, da Fraternidade Sem Fronteiras — ONG brasileira que mantém escola, creche, oficinas e casa de acolhimento ao lado do campo de refugiados de Dzaleka. Não é turismo com verniz social: é um projeto sério, com 1.400 voluntários envolvidos. Comece por aqui:
A estrutura é simples e muito organizada, dentro do projeto Ubuntu Nation. Quartos compartilhados com banheiro, três refeições por dia, frutas e água mineral à vontade. O chuveiro é de água fria — e todo dia a equipe deixa água quente em canecas. Toque no ⛶ para ver em tela cheia.
Construção de casas, pintura, cozinha, cuidado. O trabalho é real e o resultado fica: na última expedição foram casas construídas e famílias apadrinhadas — literalmente vidas mudando de rumo.
Duas mil crianças estudam e fazem refeições na escola do projeto. O medo de "não aguentar ver a pobreza" costuma morrer aqui: o que essas crianças transbordam é alegria — e elas correm pra te receber.
"São 500 crianças órfãs numa lista que não existe de verdade — sem controle de quem as acolhe."
Com as doações e o trabalho das caravanas, está nascendo uma casa de transição: as crianças órfãs que chegam ao campo são acolhidas, cuidadas e conectadas a famílias preparadas para recebê-las. Aperte play para entender:
No fim, ninguém quer ir embora. A festa com as mães apadrinhadas, a reza e a despedida dizem, sem legenda, o que essa experiência faz com as pessoas — dos dois lados do abraço.
"Antes de viajar, senti muito medo. Medo do distante, do desconhecido, de deixar minha família. Foi preciso atravessar esses medos para abrir espaço para um amor que eu ainda não conhecia. A viagem nunca foi só sobre ir até a África — foi sobre atravessar os meus medos para encontrar novas formas de amar."
O programa começa meses antes da viagem, com encontros online e a formação internacional em liderança Ubuntu. A etapa no Malawi acontece em fevereiro, no feriado de carnaval.