Líderes na África · Expedição Malawi

Se você chegou até aqui,
é porque sentiu o chamado

Esta página não foi feita pra te convencer com argumentos. Foi feita pra você ver e sentir o que encontramos do outro lado — a estrutura, as crianças, o trabalho, a alegria. Tudo em vídeo, sem filtro.

Antes de tudo

É normal ter receio

Um dos países mais pobres do mundo. Um campo de refugiados com 54 mil pessoas. Vacina, comida, banho, segurança — as dúvidas são legítimas, e cada uma tem resposta concreta (várias estão aqui nesta página, em vídeo).

Mas o que define essa viagem não cabe em resposta de FAQ. É o que acontece dentro de você quando chega lá. Por isso, mais do que explicar, esta página convida: role e sinta.

Um minuto de presença

Aperte play e sinta a energia do lugar

Reza — Campo de Dzaleka, Malawi
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O projeto por inteiro

A missão

A expedição acontece dentro do Ubuntu Nation Project, da Fraternidade Sem Fronteiras — ONG brasileira que mantém escola, creche, oficinas e casa de acolhimento ao lado do campo de refugiados de Dzaleka. Não é turismo com verniz social: é um projeto sério, com 1.400 voluntários envolvidos. Comece por aqui:

A dúvida nº 1, respondida em vídeo

Onde você vai dormir, comer e tomar banho

A estrutura é simples e muito organizada, dentro do projeto Ubuntu Nation. Quartos compartilhados com banheiro, três refeições por dia, frutas e água mineral à vontade. O chuveiro é de água fria — e todo dia a equipe deixa água quente em canecas. Toque no ⛶ para ver em tela cheia.

Os quartosBeliches, mosquiteiros e roupa de cama — compartilhados, todos com banheiro.
Os banheirosChuveiros azulejados — e as canecas do banho quente que a equipe prepara.
A comidaO almoço de um dia comum: três refeições por dia, feitas na hora.
Água e caféÁgua mineral, chá e frutas disponíveis o dia todo.
O complexoO refeitório e o pátio do projeto, onde tudo acontece.
O voluntariado

Mão na massa

Construção de casas, pintura, cozinha, cuidado. O trabalho é real e o resultado fica: na última expedição foram casas construídas e famílias apadrinhadas — literalmente vidas mudando de rumo.

Levantando as paredes de uma casa
O grupo cozinhando para as mães do campo
Tijolo por tijolo, lado a lado com os locais
Pintura de uma casa entregue
O almoço servido às mães apadrinhadas
Ubuntu Nation School

As crianças e a escola

Duas mil crianças estudam e fazem refeições na escola do projeto. O medo de "não aguentar ver a pobreza" costuma morrer aqui: o que essas crianças transbordam é alegria — e elas correm pra te receber.

Não tem como não se apaixonar
A recepção das crianças, na luz do fim de tarde
Sala de aula: todo mundo quer responder
Fila de high-fives no uniforme roxo
De mãos dadas pelas vielas do campo
A merenda no refeitório da escola
A crechinha dos pequenos
O orfanato que estamos construindo

Um dos legados da nossa expedição

"São 500 crianças órfãs numa lista que não existe de verdade — sem controle de quem as acolhe."

Equipe da Fraternidade Sem Fronteiras, no campo de Dzaleka

Com as doações e o trabalho das caravanas, está nascendo uma casa de transição: as crianças órfãs que chegam ao campo são acolhidas, cuidadas e conectadas a famílias preparadas para recebê-las. Aperte play para entender:

A obra hoje: paredes de pé, piso concretado
O que fica

Festas e despedidas

No fim, ninguém quer ir embora. A festa com as mães apadrinhadas, a reza e a despedida dizem, sem legenda, o que essa experiência faz com as pessoas — dos dois lados do abraço.

A festa das mães do campo
O salão enfeitado para elas
A reza, por dentro
A despedida
Quem foi, sente

Depoimentos

"É um lado da humanidade que eu não conhecia. Eu vim para aprender — e estou aprendendo muito."

Participante da expedição, gravado no mirante do campo de Dzaleka
Tambores, canto e dança

A alegria de estar lá

É assim que as mulheres do campo recebem quem chega. Passe pelos vídeos com as setas, toque no 🔇 para ouvir e no ⛶ para ver em tela cheia.

A próxima expedição

Vem sentir isso de perto

O programa começa meses antes da viagem, com encontros online e a formação internacional em liderança Ubuntu. A etapa no Malawi acontece em fevereiro, no feriado de carnaval.

Máx. 20 vagas Formação Ubuntu inclusa 7 dias no Malawi
Garanta sua vaga via WhatsApp Infos práticas na página principal
Quero viver essa experiência